Quem somos | Vozes Agudas

“Vozes Agudas” é um grupo de estudos e intervenções com ênfase feminista, formado exclusivamente por mulheres atuantes no circuito artístico paulistano, como pesquisadoras, curadoras, produtoras, artistas, educadoras e gestoras, que se encontram regularmente há mais de um ano, no espaço do “Ateliê397”.

Ana Paula Monteiro Nagano graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo, artista visual e produtora cultural. Trabalhou como assistente de curadoria no Museu de Arte Contemporânea da USP, com coordenação da profa. Cristina Freire. Foi gerente da galeria Bergamin & Gomide, colaborando durante três anos com várias exposições e feiras nacionais e internacionais. Além de apaixonada por arte, é também apaixonada pelas terapias holísticas, por todo tipo de bruxaria e pela comunicação, processos colaborativos e várias formas de trocas entre as pessoas.

Bia Mantovani é mestranda do programa Interunidades em Museologia da USP, especialista em Estudos Brasileiros: sociedade, educação e cultura pela FESP e graduada em Letras pela FFLCH-USP. Trabalhou no Centro Universitário Maria Antonia-USP e na Tapera Taperá. Atualmente, é assistente de Tania Rivitti em projetos de curadoria de cursos de extensão e participa da gestão compartilhada do Ateliê397.

Karina Sérgio Gomes é pesquisadora de arte brasileira, mestranda em história da arte no Instituto de Arte da Unesp, especialista em gestão cultural e jornalista. Já ministrou oficinas de história da arte brasileira na Casa Guilherme de Almeida e participou do laboratório de curadoria do MAM.

Leticia Ranzani é artista visual, pesquisadora, multitarefa que já fez de tudo um pouco. Lida melhor com imagens e vídeo tentando refletir sobre performatividade de gênero, violência e o protagonismo feminino. Bacharel em Artes Plásticas e pós-graduada em fotografia, acredita na importância da preservação da memória.

Mariana Lorenzi é graduada em Comunicação Social pela FAAP (São Paulo) e mestra em Artes Políticas pela NYU (Nova York). Atua como curadora independente, editora e gestora cultural. Em Nova York, trabalhou nos departamentos curatoriais do MoMA e do New Museum. Trabalhou por 4 anos na Casa do Povo como coordenadora de programação e curadora, onde também co-editou o Jornal Nossa Voz e outras publicações. Realizou curadorias para a SP-Arte, Oficina Cultural Oswald de Andrade, Aurora e Independent Curators International. Além de ter colaborado em projetos com a Central Saint Martins (Londres), NYU (NY), SESC 24 de Maio, Hermes Artes Visuais, Ateliê 397, e realizado parcerias pontuais com artistas.

Talita Trizoli é pós-doutoranda no Instituto de Estudos Brasileiros. Doutora em Educação sobre a supervisão do prof. Celso Favaretto com a tese “Atravessamentos Feministas: um panorama de mulheres artistas no Brasil dos anos 60/70”. Mestra pelo Programa Interunidades em Estética e História da Arte com a dissertação “Regina Vater. Por uma crítica feminista da arte brasileira”, orientada pela profa. Cristina Freire. Bacharel e Licenciada na área de Artes Visuais pela Universidade Federal de Uberlândia (2007). Foi professora na Faculdade de Artes Visuais e EAD da UFG, e no DEART – UFU. É pesquisadora do Núcleo de Estudos em Pintura e Educação (NUPPE) do departamento de artes da UFU, do GEACC – Grupo de Estudos em Arte Conceitual e Conceitualismos no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, do Kinosophia da FAFIL-UFG, do Grupo de Estudos em Estética Moderna e Pós-moderna da Faculdade de Filosofia da USP e do GAAI – GRUPO DE ESTUDOS – Gêneros, Artes, Artefatos e Imagens da USP. Curadora de projetos ligados às questões de feminismo, gênero, política e ética nas artes.

Tania Rivitti é formada em Comunicação Social (ECA-USP), com pós-graduação lato sensu em Museologia (MAC-USP). Trabalhou nas Bienais de 1996 e 1998 no setor educativo; no MASP (1997 – 1999) e no Centro Universitário Maria Antonia-USP como coordenadora de cursos de extensão nas áreas de Artes, Design, Filosofia, Literatura e Psicanálise e fundou, junto com Lorenzo Mammì, o grupo de jovens críticos desta instituição. Atualmente, faz curadoria de ciclos de palestras em diferentes instituições, como Sesc, museus e espaços independentes. Desde 2018, participa da gestão compartilhada do Ateliê397.

Thais Rivitti atua como crítica de arte e curadora. Particularmente interessada na arte contemporânea brasileira, foi gestora do espaço de arte independente Ateliê397, onde realizou inúmeras exposições, cursos, debates e publicações. É formada em jornalismo pela PUC – SP, Filosofia pela USP e mestre em Teoria, História e Crítica de Arte, também pela USP. Editora de livros de artistas: “Beatriz Milhazes: pinturas, colagens” (2008), “Leda Catunda: 1983-2008” (2009), “Carmela Gross, Um corpo de ideias” (2011), “Fernando Zarif ”(2013), entre outros. Entre suas curadorias destacam-se: “Nino cais – Décor”, Galeria Virgílio, 2009, “Mônica Nador: Pintura de exteriores”, Pinacoteca do Estado de São Paulo, 2008; “Espaços Independentes: a alma é o segredo do negócio”, Funarte, 2012, “Rodrigo Braga:Tombo”, Casa França Brasil, Rio de Janeiro, 2015 e “Modos de ver o Brasil: Itaú Cultural 30 anos”, na Oca em 2017.