Equipe

Érica Burini (1994) atualmente vive e trabalha em São Paulo. É historiadora da arte, pesquisadora e curadora. Formada em Artes Plásticas e Mestranda em História da Arte na Unicamp. Teve participação na equipe curatorial de diversas exposições, dentre as quais se destaca: curadora de “Trabalho em dupla” (2022), individual de Bruno Novaes no Espaço Marco do Valle, Campinas-SP; curadora assistente da exposição “Estamos Aqui” (2022), no Sesc Pinheiros; organizadora de “Dizer Não” (2021) junto a Thaís Rivitti, Edu Marin e Adriana Rodrigues, no Ateliê397/Galpão Cru; curadora de “Lorem Ipsum” (2020), exposição virtual coletiva premiada pelo edital ENTER da Galeria Aymoré, Rio de Janeiro; curadora de “Arrivistas”, projeto de intervenção selecionado pelo 3o edital OMA de Curadoria, da Galeria OMA, São Bernardo do Campo. Atualmente colabora na gestão do Ateliê397, onde também conduz um dos grupos de acompanhamento de projetos para artistas “Clínica Geral”, junto com Tiago Gualberto.

Tania Rivitti é formada em Comunicação Social (ECA-USP), com pós-graduação lato sensu em Museologia (MAC-USP). Trabalhou nas Bienais de 1996 e 1998 no setor educativo; no MASP (1997 – 1999) e no Centro Universitário Maria Antonia-USP como coordenadora de cursos de extensão nas áreas de Artes, Design, Filosofia, Literatura e Psicanálise. Atualmente, faz curadoria de ciclos de palestras em diferentes instituições, como Sesc, museus e espaços independentes e é gestora do Ateliê397.

Thais Rivitti atua como crítica de arte e curadora. Particularmente interessada na arte contemporânea brasileira, há seis anos dirige o espaço de arte independente Ateliê397, onde já realizou inúmeras exposições, cursos, debates e publicações. É formada em jornalismo pela PUC – SP, Filosofia pela USP e mestre em Teoria, História e Crítica de Arte, também pela USP. Editora de livros de artistas: “Beatriz Milhazes: pinturas, colagens” (2008), “Leda Catunda: 1983-2008” (2009), “Carmela Gross, Um corpo de ideias” (2011), “Fernando Zarif ”(2013), entre outros. Entre suas curadorias destacam-se: “Nino cais – Décor”, Galeria Virgílio, 2009, “Mônica Nador: Pintura de exteriores”, Pinacoteca do Estado de São Paulo, 2008; “Espaços Independentes: a alma é o segredo do negócio”, Funarte, 2012, “Rodrigo Braga:Tombo”, Casa França Brasil, Rio de Janeiro, 2015 e “Modos de ver o Brasil: Itaú Cultural 30 anos”, na Oca em 2017.

Yuki Zarate (Pindamonhangaba, 1998) é artista e bacharel em Artes Visuais pela Universidade Federal de Pelotas. Sua produção transita entre pintura, escultura, instalação e têxtil. Com interesse na interseção entre materialidade e representação, realiza um processo de ficção em torno dos materiais e das formas, criando pequenas narrativas e situações cênicas que exploram o insólito, o humor e a melancolia. A partir de configurações e gestos mínimos, e de uma lógica flutuante, procura criar imagens que sugerem cenas, paisagens, figuras e formas. Destacam-se as exposições coletivas: Burocracia Ao Reverso (Capacete/Xow.rumi, Rio de Janeiro, RJ, 2025); 22o Programa de Exposições MARP (Museu de Arte de Ribeirão Preto, SP, 2025); 34o Salão Bunkyo de Arte Contemporânea (Bunkyo, SP, 2024); Nham nham nham (Museu de Arte Contemporânea do RS, 2024); Pedacinho’s Island (Complexo Cultural Funarte SP, 2023); Eu já sei brilhar (Fundação Ecarta, RS, 2023) e 48o SARP (Museu de Arte de Ribeirão Preto, SP, 2023). Atualmente integra a equipe de comunicação do Ateliê 397.

Já fizeram parte

Bruna Fernanda (1996) é pesquisadora, curadora e educadora. Possui graduação em História pela FFLCH USP e realizou intercâmbio acadêmico em História da Arte na Universidade do Porto, em Portugal. Atualmente, faz mestrado em Culturas e Identidades Brasileiras no IEB USP. Foi educadora no MAC USP e no SESC Pompéia. Faz parte da equipe de gestão do Ateliê397, do coletivo feminista Vozes Agudas e do Grupo de Pesquisa e Curadoria do Ateliê397. Foi assistente de curadoria das exposições “I Prêmio Vozes Agudas para Mulheres Artistas” (2021) na Galeria Jaqueline Martins (SP) e Galeria Karla Osório (DF), e curadora em “Amarração – Mostra de performance e vídeo do Prêmio Vozes Agudas” (2021) e “Abre a rodinha, meu amor” (2022), no Ateliê397. Foi curadora bolsista na primeira edição do Festival FIXE (2021).  

Caio Bonifácio (São Paulo, 1996), nasceu e cresceu na Brasilândia. Atua como curador, pesquisador e professor. Em 2024, ingressou no programa de mestrado em Artes Visuais, na Universidade de São Paulo. Em 2022, foi pesquisador bolsista no Instituto de Arte Contemporânea (IAC). Curou ciclos formativos com Tania Rivitti, foi professor de História da Arte no Cursinho Popular da ACEPUSP, editor da Revista Tonel – publicação independente de arte –, curador e pesquisador no Ateliê 397. Foi cocurador das mostras coletivas Estamos Aqui (2021), no SESC Pinheiros, Chiado (2023) e Bora Lá (2023), ambas no Ateliê397. Foi curador da coletiva Campina brutal (2024), no Massapê Projetos, e das individuais No Terreno da Pintura (2019), de Marina da Silva, e Lastros são atos desatados (…) (2024), de Ana Matheus Abbade, ambas no Ateliê397.

Thiá Sguoti (São Paulo, 1995) é uma pessoa não binária e artista multimídia, com licenciatura em Artes Visuais. Possui uma marca de figurinos, atuando também no mercado audiovisual brasileiro. A artista cria desde pinturas à objetos e instalações que mesclam seus dois universos de atuação no mercado publicitário e artístico. Já participou de feiras, exposições individuais e coletivas no eixo RJ – SP, e atualmente faz parte da equipe de comunicação do Ateliê 397, do qual faz acompanhamento nos grupos do Clínica Geral desde 2020.

Livia Nishibe, nascida em 1993 em Campinas, SP, é designer, ceramista e artista visual. Formada em design de produto pela UNESP Bauru, vive e trabalha na cidade de São Paulo desde 2018 e é atualmente mestranda em Artes Visuais, na linha de Processos e Procedimentos Artísticos no Instituto de Artes da UNESP Barra Funda. Tem sólida trajetória no campo do design gráfico em projetos comerciais e também colaborou com o espaço independente de arte Ateliê 397, na área da comunicação. Pesquisa as relações entre ancestralidades, diásporas, decolonialidade e antropoceno, propondo o trabalho com a memória e com a terra a fim de estabelecer conexões entre territórios e culturas. Através de vídeos, instalações e objetos escultóricos — sobretudo em cerâmica — busca compreender possibilidades de subverter ideias, usos e relações na vida contemporânea e citadina. Enquanto designer, foi bolsista de iniciação científica do CNPq na área de usabilidade de interfaces para o público idoso (2013), bolsista de graduação sanduíche CAPES na Alemanha (2014-2016) e participante do programa Bauhaus Camp no mesmo país (2016), chegando a expor trabalhos no Instituto de História Estadual de Frankfurt (2015), Bienal Iberoamericana de Diseño de Madrid (2020), Instituto Tomie Ohtake (2019) e SP Maker Week na Biblioteca Mário de Andrade (2019). Enquanto artista, participou de exposições coletivas no Ateliê 397 entre 2023 e 2025, Bunkyo – Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social (2024) e na galeria da FAAC – Unesp Bauru (2025).